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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Conhecendo mais do esporte


O QUE É KITESURF
O kitesurf em português deveria ser apenas surf de pipa, mas rotineiramente entre os adeptos do esporte no Brasil, é chamado na sua forma original em inglês como kitesurf*. Kitesurf surge na década de 90 com muita intensidade como uma nova disciplina de esportes radicais também chamado de kiteboarding, kiteboard ou flysurf dependendo da localidade onde é praticado. O novo esporte é uma mistura de windsurf, wake boarding e paraglinding. Em sua prática, os kitesurfistas controlam uma asa (pipa) fabricada com um fino e leve tecido, sendo levados pela força do vento exercido na pipa que os puxam, deslizando pela superfície da d’água ou sobre ela com o auxílio de uma prancha (EXADAKTYLOS et. al., 2005).
NICKEL (et al, 2004) diz que o kitesurf é um esporte aquático com crescente popularidade. Os atletas utilizam uma pequena prancha e transferem a energia do vento em velocidade por meio de uma enorme e manobrável pipa. O empuxo vertical da pipa possibilita o atleta realizar altos saltos mesmo em ventos fracos. O atleta controla a pipa com o manuseio de uma barra, a qual está conectada à pipa via quatro linhas bem finas com medidas entre 20 e 30 metros de comprimento. O trapézio (harness) do kitesurfista é conectado a uma das quatro linhas por um “kite leash”. Este “kite leash” previne que o kite voe para longe no caso do atleta perder o controle da barra. O tamanho dos kites variam entre 5 e 20 metros quadrados, mas geralmente kites entre 9 e 16 metros quadrados são utilizados. O tamanho das pranchas varia entre 120 e 200 cm, o que significa dizer que o atleta irá afundar sem a elevação que o kite proporciona. Em uma situação de emergência, entretanto, a prancha pode ser usada como um suporte para nadar. Geralmente dois tipos de prancha são utilizados: “direcionais” e “bidirecionais”. Direcionais são basicamente uma versão menor das pranchas de windsurfe com bico e rabeta. Bidirecionais são menores que as direcionais e possuem quilhas em ambos os lados. O kitesurf moderno voa opondo-se a força do vento. No kite são conectadas linhas extremamente fortes por intermédio de um cabresto, ou conectadas diretamente no próprio kite, o qual, em uma outra ponta é ligado a uma barra controlada por um operador que utiliza uma prancha (geralmente feita com um tipo de polímero) para ficar em pé nesta prancha e deslizar (surfar). Estes grandes kites são desenhados para gerar suficiente tração e são vistos geralmente em duas formas: foils (células infladas pelo próprio vento) ou de estrutura inflável (bexigas infladas por bombas). Popularmente o modelo utilizado é o de estrutura inflável, que é considerado mais amigável para a redecolagem do kite d’água - isto ocorre quando, por inexperiência ou algum outro motivo, o kite é derrubado na água (EXADAKTYLOS et. al., 2005).
 Fonte - A EVOLUÇÃO DO KITESURF E O PAPEL DO USUÁRIO NA INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA DOS EQUIPAMENTOS - Dissertação de Mestrado - CEFET/RJ

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Como iniciar



Recomendações para o iniciante do Kitesurf

O verão está aí, as praias estão começando a sair e os ventos na condição ideal, pronto está na hora de aprender kitesurf!. Não entre na pilha de aprender sozinho nesse esporte à segurança é a base, e ser orientado tanto em noções básicas do esporte, até ao ponto onde você já esta livre pra voar e querendo saber onde são os melhores picos da cidade, seguramente você vai precisar de um bom professor. Aí vão umas dicas:

Para iniciar no esporte é fundamental que você faça um bom curso em uma boa escola de kitesurf. Dessa maneira você vai aprender o esporte com segurança sem colocar em risco sua integridade física e a dos outros. Você usa o material da escola para seu aprendizado, diminuindo seus custos e aprendendo de forma rápida e eficiente.

Uma boa escola tem material em bom estado, equipamentos de segurança e vai utilizar pipas de acordo com a intensidade do vento e as suas condições físicas.

Nem sempre o preço é um referencial. Uma escola cara nem sempre será a melhor e a mais barata pode não ter o equipamento adequado e em boas condições.

Em Santarém procure na Praia do Carapanarí o curso do Saulo, e entre no esporte que mais cresce em todo litoral brasileiro, e sem dúvida esse ano vai bombar na Pérola do Tapajós.

Bons Ventos!